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10 anos sem Ronnie James Dio

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Há exatos 10 anos, no dia 16 de maio de 2010, o mundo do rock/metal perdia o incrível Ronnie James Dio. Ele tinha 67 anos e lutava contra um de câncer no estômago. Ronnie James Dio, nome artístico de Ronald James Padavona, foi um músico norte-americano, produtor e compositor que nasceu em 10 de julho de 1942, em Portsmouth, Nova Hampshire, nos EUA.

Dio foi um cantor muito versátil, possuía uma voz inconfundível; forte, melódica e sagaz! Foi vocalista de várias bandas, mas ficou reconhecido no Elf, Rainbow, Black Sabbath e Heaven & Hell, além de liderar um supergrupo com seu sobrenome artístico, DIO, onde lançou álbuns icônicos, como: Holy Diver (1983), The Last in Line (1984), Angry Machines (1996). Com uma vasta carreira musical o “baixinho” – ele tinha 1, 60 – é reverenciado no mundo inteiro, quando o assunto é Heavy/Rock.

Começou sua carreira no grupo The Vegas Kings, quando ainda assinava Ronnie James Padavona. Depois de várias mudanças de nome da banda, ele assinou pela primeira vez como Dio no disco “An Angel Is Missing” do Ronnie & The Red Caps, em 1960. Logo depois, como Ronnie Dio & The Prophets, o vocalista participou de dez álbuns antes de integrar The Electric Elves, The Elves, Bootlegs, Elf e Rainbow.

Dio, que sempre afirmou nunca ter usado drogas — “Eu via como aquilo era destrutivo e acabava com carreiras e vidas“, dizia — gravou quatro álbuns incríveis com o Black Sabbath: “Heaven and Hell”, “Mob Rules”, “Live Evil” (o primeiro ao vivo da banda), e “Dehumanizer” (1992). Dez anos antes, em 1982, caiu na estrada com sua própria banda — com o baterista Vinny Appice, “roubado” do Sabbath – e estreou sua carreira em 1983 com o álbum “Holy Diver”. Dio gravou mais nove álbuns de estúdio e nove ao vivo, além de participações em trabalhos de David Coverdale, Queensrÿche, Deep Purple, Tenacious D e muitos outros.

Em breve DIO será tema de um documentário. Devidamente autorizado pelo espólio do artista, o filme, que está em fase de produção, terá direção de Don Argott Demian Fenton. “Estou muito empolgada por trabalhar com o BMG no tão esperado documentário de Ronnie. Ele amava seus fãs e espero que eles aproveitem essa viagem por sua vida“, disse Wendy Dio em comunicado.

Um legado imensurável, impossível de ser descrito em um texto de poucas linhas… Uma doideira saber que já são dez anos sem ele, a vida é um sopro. Mas, uma coisa é certa, sua obra vai sempre mostrar ao mundo a beleza desse estilo musical que tanto amamos.

Long Live Rock ‘n’ Roll! \m/

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Postado em 16/05/2020 às 11:26 am | 170 views



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